domingo, 24 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Lagrimas de diamantes - Paulinho Moska / Interpreta : Luciana Mello
Não se preocupe mais
Com minha imperfeição
Não se pergunte mais
Porque me disse não
Se eu não procuro agora
O que encontramos antes
É só porque a noite chora
Lágrimas de diamantes
Lágrimas de diamantes
À noite, lágrimas de diamantes
De dia lágrimas, à noite amantes
Lágrimas de diamantes
Trabalhador escravo é torturado com ferro quente no Pará
Mais de sessenta cicatrizes recentes de ferro quente marcam o trabalhador de cerca de 30 anos que denunciou trabalho escravo em uma fazenda de Paragominas, no Leste do Pará. De acordo com seu relato, foi torturado pelo patrão e mais dois capangas quando reclamou das más condições de alimentação e do salário atrasado. Fugiu da fazenda no início de janeiro e, depois de dezenas de quilômetros a pé e de muitas caronas, conseguiu contar sua história à Superintendência do Trabalho e Emprego (SRTE) do Pará.
Na última terça-feira, a fiscalização rural da SRTE esteve na fazenda denunciada, e comprovou parte das informações passadas pelo trabalhador. Foram encontradas 35 pessoas em situação análoga à escravidão, que dormiam em um curral abandonado, junto com esterco de boi, e eram alimentadas com restos de carne: pulmões e tetas de vaca.
A propriedade, que fica a 75km de Paragominas, chama-se Bonsucesso e pertence a Gilberto Andrade. O fazendeiro já está na Lista Suja do trabalho escravo por manter 18 pessoas em condições semelhantes no município de Centro Novo do Maranhão (MA). Essa lista, publicada desde 2003 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), traz uma relação de pessoas e empresas flagradas cometendo esse tipo de crime.
Fezes e roupas
"Fezes de animais estavam misturadas com roupas. Nesse período de chuvas ainda é muito pior, pois se mistura a água com esterco. Além do cheiro horrível, há problemas infecto-contagiosos. O curral não servia mais ao gado, mas servia aos empregados.", relata o auditor fiscal Raimundo Barbosa da Silva, que liderou a operação na Bonsucesso.
De acordo com o auditor, as provas recolhidas na fazenda são coerentes com o relato de tortura feito pelo trabalhador fugitivo, cujo nome permanece em sigilo. Os trabalhadores resgatados confirmam que ele deixou o alojamento para ir reclamar dos salários e nunca mais apareceu. Além disso, informam que nessa época não havia cicatrizes em seu corpo.
Nenhum dos 35 libertados em Paragominas tinha carteira assinada. A maior parte deles havia chegado em dezembro para fazer a limpeza do pasto para o gado, mas ainda não havia recebido salário. Em uma cantina mantida pela fazenda, eram vendidos fumo, sabonetes e equipamentos de proteção individual que, pela lei, devem ser fornecidos gratuitamente pelo empregador. Todo o gasto dos trabalhadores estava anotado em um caderno.
"Como não havia pagamento de salário, ainda não havia desconto [no salário]. Mas, pela nossa experiência, sabemos que essas anotações seriam usadas para cobrar do trabalhador", explica Raimundo Barbosa.
A rescisão do contrato com os peões custou R$ 45 mil a Gilberto Andrade. De acordo com o procurador Ministério Público do Trabalho (MPT) Francisco Cruz, que acompanhou a fiscalização, o órgão ajuizará uma ação civil pública pedindo uma indenização por danos morais coletivos. Além disso, o fazendeiro também poderá responder na Justiça comum por outros crimes, caso seja comprovado que participou da tortura ao trabalhador denunciante.
A Repórter Brasil tentou localizar o fazendeiro para comentar o caso, mas ele não foi encontrado até o fechamento desta matéria.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Llueve con sol
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
La Nueva Izquierda de Latinoamerica?
Protesta en Chile por muerte de mapuche
Dos marchas en Chiles finalizaron con incidentes. Hubo al menos 16 detenidos. Dos marchas simultáneas en Chile en protesta por la muerte de un joven mapuche en la zona chilena de Vilcún finalizaron con 16 detenidos e incidentes entre los manifestantes y la policía.
La primera de las protestas se realizó anoche en Temuco, 670 kilómetros al sur de Santiago, donde se repudió la muerte de Matías Catrileo, un joven universitario mapuche.
Catrileo murió durante una represión policial en las afueras de una quinta de Vilcún, donde se exigía la restitución de territorios a la comunidad indígena.
En Temuco, fueron detenidas la madre y la hermana de Catrileo que fueron sacadas de la manifestación mapuche -convocada por la Coordinadora Arauco Malleco- en medio de forcejeos con agentes policiales, informó la agencia Ansa.
En tanto en Santiago, una marcha pro mapuche en la cual participaron unas 200 personas, terminó con incidentes aislados.
Los manifestantes rechazaban la muerte de Catrileo y apoyaban las demandas de la activista mapuche Patricia Troncoso, quien mantiene una huelga de hambre hace 90 días en demanda de beneficios de libertad por haber cumplido la mitad de su condena.
En los incidentes los policías antimotines usaron carros lanza agua y lanza gases para dispersar a los manifestantes.
sábado, 5 de janeiro de 2008
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Gracias por tus cuidados - Luis Pescetti
pero no quiero ser como vos.
Gracias por tus cuidados, los sándwiches,
las noches de desvelos, los cuentos,
por Blancanieves y los siete enanitos,
por las montañas y los relatos.
Gracias por las hermosas aventuras,
por las navidades,
gracias por las tortas y esperarme en el borde de la pileta,
gracias por la fe que no hubiera tenido sin tu fe;
pero entendeme y no tomes como una traición
que no quiera ser como vos.
Gracias por hacer así con el pañuelo.
Gracias por el pueblo, el club, gracias por el remo,
por el río, y tu mano tomando mi mano.
Gracias, incluso,
por estar ahí todavía hoy.
Y no tomes como una traición que intente,
que me aleje y quiera
que me evapore y me pierda
que calce una mochila y no me lleve todo,
que la extravíe,
que deje las llaves por ahí o me olvide
de una cita, cada tanto;
por sentir que bastaría no ser como vos
para ser lo que realmente quiero
(luego resultó que no bastaba con no ser como vos),
porque quiera despegarme tus consejos que se me pegaron como algas.
Y si intento sacarme tus gestos, ese modo de mirar poniendo distancia,
esa manera de peinarme, la forma de mi naríz, tu postura,
si por amor o sin remedio aprendí hasta tu forma de apoyar los pies
y ahora quiero desprenderme de todo
de todo
de cada detalle y de todo,
de cada una de tus herencias y de todo,
no sientas ingratitud, ni me cuides de mi fracaso.
Gracias por tenerme y gracias por soltarme,
y gracias por tolerar que me quite, me desprenda, me saque todo
a ver si veo si puedo ver
a ver qué queda.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Danza: cuerpos en ebullición y revolución."Paganas" y "Casuarinas" comparten el escenario con la gente de Córdoba, renovando el concepto del folclore desde lo urbano, desde lo más intimo y lo ancestral. Esta combinación es posible porque las raíces latino americanas se cristalizan en las vibraciones corporales más simples.